Vergonha geral na Câmara da Capital

Chegamos ao ridículo na Capital. Durante a votação do pacote de 40 medidas para reajustar as constas da prefeitura de Florianópolis, uma verdadeira guerra na Câmara Municipal. Desde segunda-feira servidores e sindicalistas acampam na frente da Câmara. Eles pedem que o projeto de Gean Loureiro, PMDB, não seja aprovado. O problema não é manifestar, isso é direito e, mais do que isso, dever de todos. Tem que manifestar mesmo, quando não concordamos com alguma decisão. O fato é que passou dos limites a manifestação. Os envolvidos perderam a razão. Só para se ter uma ideia, teve cadeira arremessada, vereador querendo entrar em luta corporal com manifestante e muito gás de pimenta e bombas de efeito moral. Uma vergonha…. Com esse tipo de confusão o protesto deixa de ser algo legítimo e fica ainda difícil de conseguir apoio dos parlamentares. A prefeitura, que já recebeu até mesmo uma orientação do Ministério Público para retirar algumas medidas do projeto, diz que as propostas são viáveis e mais do que isso: são a única solução para ajustar as contas da prefeitura. Já o vereador Pedrão, PP, afirmou que “os documentos apresentados pela prefeitura, para comprovar as dívidas, são falsos”. Nessa queda de braço quem perde é a cidade que vive uma greve e está com diversos serviços prejudicados.

O retorno sem Teori Zavascki

No primeiro dia de trabalho no Supremo Tribunal Federal, sem a presença de Teori Zavascki, muitas homenagens e aquele silêncio que chega a fazer barulho. Durante boa parte do dia a presidente do STF, Carmen Lúcia, ficou no gabinete que Teori usava na casa. Ela ainda não sabe como vai distribuir a relatoria da Lava-Jato, mas essa decisão deve ser tomada nos próximos dias. Quanto a homologação das delações premiadas de executivos da Odebrecht, ela mesmo deve fazer.

Catarinense cogitado

O presidente Michel Temer ainda não informou nada sobre o novo ministro, que vai substituir Teori Zavascki. Em Santa Catarina alguns magistrados cogitam o nome de Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça. Nada confirmado, por nenhuma das partes.

Palavras de Pavan

Leonel Pavan, PSDB, secretário de Turismo, Cultura e Esporte do governo Raimundo Colombo comentou a divisão no partido com o apoio ao governo. Pavan foi claro ao dizer que está com o governo agora, mas o partido não abandona o projeto de cabeça de chapa para 2018. “A política é a arte do convencimento, vamos saber no futuro se é melhor receber o apoio ou apoiar esse ou aquele partido”, disse o secretário.

Verba

O Estado vai encaminhar para as prefeituras cerca de R$ 4 milhões para investimentos no carnaval. Mais uma vez o processo é feito nos últimos minutos e sem planejamento. O governo quer incentivar a participação das empresas na organização das festas, mas acredita que o investimento é importante para o Turismo local.

Redução

Por falar em Turismo os números caíram em dezembro de 2016. A rede hoteleira do Estado e a movimentação nos aeroportos tiveram redução de 5% em relação ao ano de 2015. A expectativa é para o restante da temporada e o carnaval.

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