Notificação de foco do Aedes Aegyti alerta para cuidados

Dez larvas foram identificadas pelo Laboratório de Entomologia da Gerência de Saúde da ADR Videira.

Bióloga Lucieli mostra as larvas coletadas em Caçador e constatadas como do mosquito Aedes Aegyti (Foto: Josiane Zago/ ADR Videira)

O Laboratório de Entomologia da Gerência de Saúde da Agência Regional de Videira – ADR, identificou larvas e realizou a notificação dos primeiro foco do mosquito Aedes Aegypti do início da primeira, na regional, localizada no Bairro Industrial de Caçador. Foram dez larvas coletadas e examinadas e as dez confirmadas se tratarem de larvas do mosquito.

Para a gerente de saúde, Fabiana Moraes, o Laboratório de Entomologia, recentemente aberto na regional contribui para a celeridade desse processo. Segundo ela, antes a verificação era feita em Joaçaba, tornando o processo mais moroso. Segundo a coordenadora do programa de combate à dengue, Bruna Rodrigues, a identificação de larvas é um sinal para redobrar a atenção.

“Estamos entrando nos períodos mais quentes do ano e temos que redobrar a nossa atenção para evitar a proliferação desse mosquito. Nossa equipe está preparada, porém precisamos do engajamento da comunidade” afirmou Bruna.

As larvas foram coletadas em armadilhas disponibilizadas no Bairro Industrial de Caçador. O agente de campo, em sua rotina semanal, coletou dez larvas em uma das armadilhas e levou o mesmo para o Laboratório de Entomologia da Gerência de Saúde. No local, a bióloga Luciéli Zago, procedeu com a avaliação e constatou se tratar de larvas do Aedes Aegypti.

Com essa identificação e o sistema de acompanhamento do Estado alimentado, os agentes de epidemiologia do município passam a investigar novos casos em um raio de 300m2 da onde a larva foi localizada. Com essa varredura o objetivo é identificar novos casos, bem como, evitar a proliferação do mosquito.

Segundo a bióloga, a infestação do mosquito Aedes Aegypti é sempre mais intensa no verão, em função da elevação da temperatura e da intensificação de chuvas – fatores que propiciam a reprodução do mosquito. “É preciso desenvolver medidas permanentes para o controle do mosquito, durante todo o ano, a partir de ações preventivas que objetivem a eliminação de focos do vetor. Essa ação depende sobretudo do empenho da população. Nós, agentes de saúde estamos orientados, capacitados e prontos para atuar, porém precisamos de todos” finalizou

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