Aliança é a campeã do Carnaval em Joaçaba

Na tarde desta terça-feira a Aliança festejou mais uma vez e recebeu o troféu de campeã do Carnaval 2018 em Joaçaba. A agremiação, que já havia conquistado o título no ano passado, alcançou o hexacampeonato. O tema deste ano foi “Elo do Amor”.

A escola de samba de Joaçaba desfilou sozinha na avenida neste sábado. A apresentação começou por volta das 22h e durou cerca de uma hora. A Aliança teve 16 alas e um espetáculo de cores, brilho e alegria. O enredo trouxe a história da aliança, o anel que é símbolo do compromisso entre duas pessoas e símbolo da escola verde e branco.

Na comissão de frente um destaque especial: o dançarino Carlinhos de Jesus animou o público.

Em segundo lugar ficou a Acadêmicos do Grande Vale. A agremiação desfilou no domingo e enfrentou dificuldades.  A chuva torrencial e um problema no carro do som fez o evento atrasar uma hora e meia. Os integrantes entraram na Avenida com o “O Exército da Paz”.

Já a terceira colocação ficou com a Unidos do Herval, última escola a desfilar. Com o enredo “Cacique quer apito, se não der o pau vai comer!”, a escola enfrentou problemas com o som, no meio da apresentação ele chegou a parar, mas os integrantes não se abateram e continuaram a coreografia apenas com o batuque da bateria. Sentido-se prejudicada a escola chegou a pedir para a liga que considerasse todas as agremiações vencedoras no carnaval deste ano.

A entrega das premiações e troféus ocorreu nesta terça-feira na arena do Carnafolia, em Joaçaba. A prefeitura repassa R$ 600 mil para premiação, sendo que cada uma recebe R$ 200 mil, independentemente da colocação.  Os quesitos analisados foram: Alegorias, Bateria, Comissão de Frente, Enredo, Evolução, Fantasias, Mestre Sala e Porta-Bandeira e Samba-Enredo.

Foto: Liesjho / Divulgação

Neste ano, das quatro agremiações que fazem parte da Liga Independente das Escolas de Samba de Joaçaba e Herval d’Oeste (Lesjho), a escola Vale Samba, a mais antiga da região, não desfilou pelo segundo ano consecutivo. Na edição passada, a escola não entrou na avenida por problemas internos e em função da morte do presidente, Alcemir Carlos Pinto Ribeiro. Neste ano, segundo a assessoria da Lesjho, uma crise financeira impossibilitou a participação. Mas a agremiação espera voltar ao Carnaval em 2019.

Fonte: Diário Catarinense

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