Futuro do MDB

Em entrevista ao SBT, veiculada no domingo à noite, quando estreou o Programa Poder Em Foco, o presidente Michel Temer deixou muito claro que está jogando a toalha. Nem ele nem seu grupo alimentam mais a esperança de uma candidatura à reeleição. O emedebista é extremamente impopular, seu nome está ligado direta ou indiretamente a muitas investigações acerca de corrupção grossa e a economia, que deveria ser seu grande cartão de vistas, ainda patina.

O presidente sinalizou que não descarta apoiar a candidatura presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB). O MDB também pode lançar Henrique Meirelles numa composição (talvez com os próprios tucanos) ou ainda não ter candidato a presidente.

Nesta última hipótese, as seções estaduais do Manda Brasa ficariam liberadas para apoiarem quem bem entendessem e fazer suas próprias alianças, de acordo com as realidade regionais. Por aqui, o governador Eduardo Moreira (MDB) já declarou publicamente que tem preferência pelo nome de Alckmin.

Dúvida

É complexo avaliar até que ponto o eventual apoio do MDB poderia fortalecer o projeto eleitoral de Geraldo Alckmin, que não decola, estagnado em menos de dois dígitos nas pesquisas. Os dois partidos, PSDB e MDB, estão deveras contaminados pelas revelações acerca da corrupção que grassou (e ainda grassa?) no país.

Candidato-fantasma

Depois de aparecer bem posicionado em duas pesquisas eleitorais recentes, o nome de Joaquim Barbosa é a novidade da vez na política brasileira. Por isso, cabe perguntar: o que ele pensa sobre o país, sobre as questões sociais, sobre o Congresso; qual o seu plano de governo? Até agora, Joaquinzão, como é conhecido, mais parece um candidato-fantasma. Não disse a que veio.

Unidade

O deputado federal, Décio Lima, presidente do PT/SC e o ex-desembargador, Lédio Rosa, reuniram-se nesta sexta-feira para tratar do programa de governo do PT, em Florianópolis. Décio e Lédio estão sintonizados e são os nomes para compor a chapa majoritária do PT.

Aproximação

A visita do presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, desembargador Rodrigo Collaço, à reunião do colégio de presidentes da OAB-SC, em Chapecó, no fim de semana, é a continuidade de um processo de aproximação entre a corte e a Ordem. Este movimento se iniciou quando o hoje ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Jorge Mussi, assumiu a presidência do TJSC.

Guerreiro

Ele se destacou na defesa de prerrogativas dos advogados. Alguns causídicos lembram que Mussi foi um “guerreiro” neste sentido. Na sequência, a proximidade ganhou novos contornos sob a batuta do desembargador Nelson Schaeffer Martins, que compareceu à reunião do Conselho Seccional da OAB-SC no dia 10 de abril de 2014. Ali, o magistrado defendeu publicamente os honorários advocatícios, criou canais e, em conjunto com a Ordem, resolveu a greve dos servidores públicos.

ICMS polêmico

O 1º vice-presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, deputado Silvio Dreveck (PP), anunciou que a admissibilidade da Medida Provisória (MP) 220/2018, que reduziu de 17% para 12% a alíquota do ICMS para operações com mercadorias destinadas a contribuinte para comercialização, industrialização e prestação de serviços, será votada em plenário na sessão desta terça-feira (8). A MP já teve a sua admissibilidade rejeitada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no último dia 24.

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