Pai… amor eterno

Este é o mês que comemoramos o Dia dos Pais e este dia em especial vem recheado de histórias únicas, onde cada filho consegue visualizar a sua própria história com seu pai e sonhar com as próximas, que ainda serão contadas.

Elas então são passadas de pais para filhos e a cada novo ano de comemoração elas ressurgem e são contadas como troféus guardados na prateleira. Elas são contadas para as novas gerações durante os festejos, com muita alegria e entusiasmo.

A partir destas histórias conhecemos mais facetas da infância de nosso pai e conseguiremos comparar esta etapa da vida dele e da nossa vida. Algumas histórias no entanto são interrompidas e as lacunas que deixam são indescritíveis. O que resta é contar para os filhos as histórias que vivemos com a figura paterna e relembrar os bons momentos vividos.

O que muda as comemorações é a idade dos filhos, quanto menor o filho, maior a intensidade e a escola está intimamente ligada a estas datas. A cada uma delas a professora resgata a importância e função do pai na família, que historicamente mudou a olhos vistos.

O pai deixou de ser a pessoa que trazia o sustento para a família e passou a participar ativamente da educação e da rotina de seus filhos. É nítida a diferença e o impacto que isso causou nas famílias e a figura paterna agora deixa de observar para agir.

Mas o que está faltando para que as famílias sejam completas?

Falta a percepção dos pais em relação aos filhos, pais e filhos não são amiguinhos, o pai exerce a autoridade sobre o filho e por isso precisa dar as coordenadas e estabelecer regras. Pai precisa dizer não e seu poder de argumentação deve estar pautado nas regras e princípios de sua família, levando em conta que cada família pensa de uma forma e assim as ações de uma pode não ser a da outra.

O momento pede cautela. Cuide de seu bem mais precioso e ensine desde cedo que respeito e gentileza nunca caem de moda.

Feliz Dia dos Pais

 

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