Evento alusivo a Semana Farroupilha acontece neste domingo

Valorizar a cultura tradicionalista é o objetivo do evento que acontecerá no dia 13 de setembro, às 14h30, no Anfiteatro do Parque do Rio do Peixe. Prepare a pilcha, traga a cuia e venha prestigiar o evento alusivo a Semana Farroupilha de 2018.

A programação foi preparada para agradar a toda a família e inclui Ritual da Chama Crioula, Missa Campeira, Mateada e apresentações artísticas do Trio Veterano de Videira, Grupo de Danças Raízes, de Rio das Antas, Grupo de Dança CTG – Herdeiros do Pago do IFC de Videira e Grupo de Dança CAIC. Esta é uma programação organizada Prefeitura de Videira, por maio da Secretaria de Turismo e Cultura, com apoio do Movimento Tradicionalista de Videira e da Ervateira Mazzuti.

Traga a família e venha prestigiar a valorização da cultura tradicionalista, tão presente na nossa região, numa tarde de alegria.

Comemorações em Fraiburgo

No dia 23 de setembro, à partir das 13h 30min, ao lado do Centro de Eventos em Fraiburgo, diversas ações culturais serão desenvolvidas alusivas a Semana Farroupilha.

Apresentações de danças típicas, mateada, declamações, missa crioula e Show Nacional com Luiz Marenco.

Sobre a Semana Farroupilha

A Semana Farroupilha é um evento festivo da Cultura gaúcha, que se comemora de 13 a 20 de setembro com desfiles em homenagem a líderes da Revolução Farroupilha. O evento lembra o começo da Revolução Farroupilha que ocorreu em 20 de setembro de 1835, mais longa revolução do Brasil, que durou quase dez anos e tinha como ideal liberdade, igualdade e humanidade.

Guerra dos Farrapos

Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha foi como ficou conhecida a revolução ou guerra regional, de caráter republicano, contra o governo imperial do Brasil, na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense. Estendeu-se de 20 de setembro de 1835 a 1 de março de 1845.

A revolução, que com o passar do tempo adquiriu um caráter separatista, influenciou movimentos que ocorreram em outras províncias brasileiras: irradiando influência para a Revolução Liberal que viria a ocorrer em São Paulo em 1842 e para a revolta denominada Sabinada na Bahia em 1837. Inspirou-se na recém findada guerra de independência do Uruguai, mantendo conexões com a nova república do Rio da Prata, além de províncias independentes argentinas, como Corrientes e Santa Fé. Chegou a expandir-se à costa brasileira, em Laguna, com a proclamação da República Juliana e ao planalto catarinense de Lages.

A revolta teve como líderes: general Bento Gonçalves da Silva, general Neto, coronel Onofre Pires, coronel Lucas de Oliveira, deputado Vicente da Fontoura, general Davi Canabarro, coronel Corte Real, coronel Teixeira Nunes, coronel Domingos de Almeida, coronel Domingos Crescêncio de Carvalho, general José Mariano de Mattos, general Gomes Jardim, além de receber inspiração ideológica de italianos da Carbonária refugiados, como o cientista e tenente Tito Lívio Zambeccari e o jornalista Luigi Rossetti, além do capitão Giuseppe Garibaldi, que embora não pertencesse a carbonária, esteve envolvido em movimentos republicanos na Itália. Bento Manuel Ribeiro lutou em ambos os lados ao longo da guerra, mas quando acabou a revolução ele estava ao lado do imperador.

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