Votação para Concurso de Desenho começa na terça-feira (25)

Muitos de nós já parou para imaginar o futuro. Como estaremos ou onde estaremos? Quando se fala em um mundo daqui vinte anos, os adultos imaginam quais seriam as inovações e descobertas que o mundo do futuro nos reservaria. Com certeza a maioria imagina um futuro promissor, casa, carro, estudos concluídos, como os filhos ou netos estarão crescidos.

Mas e as crianças de hoje? O que elas esperam ou imaginam para o seu futuro? Como elas imaginam seu município daqui 20 anos? O Jornal Folha quis saber o que as crianças esperam e imaginam para esse período de duas décadas e está promovendo um Concurso de Desenho e História em quadrinhos.

O concurso é alusivo ao Dia das Crianças e tem como objetivo envolver os pequenos munícipes das cidades de Videira e Fraiburgo a refletir no que suas cidades poderão evoluir nos próximos 20 anos.

Escolas das redes municipal, estadual e particular de ensino que tenham alunos na faixa etária de 04 à 12 anos de idade foram convidadas a participar do concurso.

Todos os desenhos e histórias em quadrinhos recebidos serão publicados para apreciação de toda comunidade na fanpage do Jornal Folha no Facebook a partir do da próxima terça-feira (25). O desenho e a história em quadrinhos mais curtidos serão os vencedores do concurso e receberão certificado de participação e os brindes dos patrocinadores.

A premiação será feita no dia 08 de outubro para os vencedores de ambas as categorias da cidade de Videira e no dia 09 de outubro para o ganhadores de Fraiburgo.

Um futuro tecnológico

Diversos desenhos já foram entregues na redação do Jornal Folha e muitos deles apontam para um município com diversas inovações tecnológicas. Camas voadoras, policiais com asas de super-herói e até animais de estimação conectados são alguns exemplos da criatividade expressa nos trabalhos entregues.

Além das inovações tecnológicas, um futuro com mais saúde e igualdade também estão expressos nos desenhos coloridos.

Os desenho poderão ser entregues até as 17h00 de segunda-feira (24) na redação do Jornal Folha.

Se você ficou curioso em saber como os pequenos imaginam seu município para daqui 20 anos, basta acessar a fanpage do Jornal Folha (facebook.com/folhavideira) a partir da próxima terça-feira (25) e votar no seu favorito.

A imaginação infantil e a sua importância

Se existe uma habilidade na qual as crianças se destacam, é a capacidade de imaginar e criar partindo do nada. A fantasia, a intuição ou a simples faísca desenfreada costuma ser a característica principal das crianças. A imaginação nas crianças faz parte do dia a dia. Essa qualidade é a mais comum em qualquer criança, pois constitui a forma de se comunicar com o mundo ao seu redor.

Independentemente de qual for a realidade de uma criança, ela sempre terá sua própria percepção na qual a fantasia assume o comando para guiar a criança em inúmeras experiências.

Uma mente imaginativa e ativa ajuda a criança de muitas maneiras:

Melhora do vocabulário. Crianças que brincam de jogos imaginários ou escutam muitos contos de fadas e histórias tendem a ter mais vocabulário e desenvolver melhor a habilidade de se comunicar. Mesmo que você não veja o resultado concreto disso imediatamente, estará criando as bases para o futuro.

Controle da situação. Fingir e fazer de conta permite a criança ser quem ela quiser, explorar emoções negativas, praticar coisas que aprendeu e fazer a situação mudar para o que ela quiser. Histórias em que os três porquinhos enfrentam o lobo mau ou brincadeiras em que o ursinho de pelúcia tem que tomar um banho dão à criança a sensação de que ela é poderosa e tem tudo sob controle, mesmo em situações pouco familiares ou assustadoras.

Solução de problemas. Situações imaginárias ensinam a criança a pensar de maneira criativa, o que pode ajudar na hora de resolver problemas. Um estudo conduzido pela Universidade Case Western Reserve, nos EUA, constatou que crianças imaginativas quando pequenas tendem a manter essa qualidade à medida que crescem e têm mais capacidade de solucionar problemas. Testadas quando mais velhas, essas crianças tinham mais referências e fontes de onde tirar soluções na hora de enfrentar desafios e dificuldades.

O que você pode fazer para estimular a imaginação do seu filho

Leia livros para seu filhoLer histórias com seu filho é uma excelente maneira de enriquecer a fantasia dele. Escolha obras com desenhos grandes e coloridos.

Mostre a ele fotos e desenhos de tudo, de besouros a cataventos, imite o som de animais e carros, use vozes diferentes para personagens e converse com ele sobre o que aconteceu ou poderá acontecer com as pessoas e os animais que aparecem no livro.

Invente e reconte histórias. Contar histórias que você mesmo inventou é tão bom para seu filho quanto ler um livro. Usar seu filho como o personagem principal é um grande jeito de expandir a noção de “eu” dele. Logo, seu filho começará a inventar as próprias histórias e aventuras.

Faça música. Seu filho não está pronto para aulas de música de verdade, mas você pode encher o mundo dele de música. Ouça com ele vários estilos, e encoraje-o a cantar, dançar ou tocar instrumentos de brinquedo.

Estimule o faz-de-conta. Crianças aprendem muito ao fazer teatrinho com acontecimentos do cotidiano e de suas imaginações. Quando seu filho inventa um cenário e um roteiro com personagens (“está na hora de o ursinho comer”), está desenvolvendo habilidades sociais e verbais.

Ele terá a chance de experimentar diferentes emoções enquanto simula situações de mentirinha, que envolvem momentos alegres, tristes ou assustadores. Imaginar ser o papai, o médico ou o professor faz com que ele se sinta poderoso e lhe dá a experiência de o que acontece quando se está no comando.

Providencie material para a imaginação dele. Quase tudo pode servir de apoio para uma brincadeira imaginativa, e, com crianças pequenas, quanto mais simples, melhor. Uma caixa de papelão pode virar um carro, um navio ou um trem para andar, e uma toalha pode ser a capa do super-herói.

Como boa parte da ação se passa dentro da cabeça da criança, não é preciso ter roupas ou objetos muito elaborados, como fantasias oficiais e caras.

Experimente ainda providenciar uma caixa ou baú com parafernálias que ajudem nas brincadeiras (uma echarpe antiga, um óculos escuro, coisas assim), e coloque coisas novas de vez em quando, quando seu filho não estiver olhando (“Vamos ver o que tem no baú hoje!”).

Limite o tempo de vídeos e filmes. Na hora de ver vídeos, moderação é essencial. A Academia Americana de Pediatras recomenda que crianças de menos de 1 ano e meio nem mesmo vejam TV, mas muitos pais acabam permitindo um pouquinho.

Quando seu filho assistir à TV, tente fazer com que ele veja os programas por pouco tempo, não mais que dez ou 15 minutos por vez.

Evite a tentação de usar a TV como babá eletrônica (a não ser em último caso — sabemos que às vezes é inevitável), e assista aos programas junto com seu filho, fazendo perguntas, desenvolvendo as ideias que aparecem na tela e descobrindo do que ele gosta mais.
Fonte: Baby Center

 

 

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