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O efeito da declaração de Lucas Esmeraldino no PSL

Pela primeira vez o presidente estadual do PSL em Santa Catarina, Lucas Esmeraldino, falou sobre a iniciativa de três deputados federais eleitos pelo PSL de pedir o afastamento da executiva do partido aqui no estado. Reafirmou a importância do trabalho feito pelas lideranças do partido para a construção de um PSL forte e, também, abordou a questão do uso do fundo partidário. Esta é a nota na íntegra:

 

Este é um momento de transição, união e jamais de divisão. Seguiremos com serenidade e responsabilidade, construindo um PSL/SC forte. Nossa primeira proposição neste novo ciclo é que o PSL catarinense NÃO utilize o fundo partidário, como todos nós sempre defendemos, possibilitando que esses valores (públicos) sejam aplicados na saúde, segurança, educação e na infraestrutura, para a população.”

Lucas foi curto e direto ao ponto. Lembrou os colegas de partido eleitos em Santa Catarina do trabalho desenvolvido em muito pouco tempo para fortalecer o PSL em 2018. Em menos de seis meses, o PSL criou 150 executivas, foi forte para as eleições e fez uma votação espetacular. Não preciso nem relembrar tudo que o PSL conquistou nas urnas no mês de outubro. O fato é que o PSL foi beneficiado pela onda Jair Bolsonaro, não fosse tamanho prestígio do presidente dificilmente qualquer outra liderança teria feito o que esse grupo do PSL fez aqui em Santa Catarina. Em primeiro lugar, todos aqueles que fazem parte do partido no estado precisam colocar a mão na consciência e compreender que a sigla fez o que fez por conta do prestígio de Bolsonaro. Do contrário, nenhuma dessas lideranças teria força suficiente para eleger um governador e eleger essa quantidade de deputados federais e estaduais. No momento em que essas lideranças entenderem que o PSL aqui na verdade se chama Jair Bolsonaro, as brigas terminam dentro do partido. Digo isso porque a onda Bolsonaro veio forte, atropelou todo mundo, mas ela pode acabar. Basta saber como será o desempenho de Bolsonaro no governo federal. Qualquer deslize no seu governo pode enfraquecer essa onda, que não deve ter vida muito longa. Cabe às lideranças do partido para aproveitar esse momento que vive o PSL para criar história em Santa Catarina, para mostrar trabalho e não para ficar de picuinhas. Até porque se as lideranças do PSL não estiverem unidas, não farão história, não vão cravar a âncora. Às lideranças do PSL cabe entender que o trabalho está só começando, não é hora de desfrutar de nada. As lideranças do PSL que se coloquem no seu lugar.

Acordos na Alesc

Na Assembleia Legislativa tudo bem encaminhado para a eleição de Julio Garcia como presidente da Alesc. O deputado estadual foi eleito pelo PSD, e já tem o apoio do MDB e do PSB, além de outros partidos menores. Já se fala entre alguns deputados estaduais que o PSL também deve fechar com Julio Garcia, com a intenção de buscar votos para cada projeto específico com o apoio do presidente da Alesc. A intenção não é conquistar maioria na Alesc, mas sim ter o apoio do presidente da casa nas votações que o executivo vai enfrentar. E não são poucas de acordo com as propostas que o governador Carlos Moisés pretende tirar do papel.

Fusão na Secretaria do Turismo

Hoje acontece na capital no Conselho Estadual de Turismo uma reunião para decidir o futuro da Secretaria de Turismo. O governo do estado está estudando unir a secretaria a um outro órgão do estado para enxugar a máquina. O turismo catarinense é, de fato, de grande potencial, mas ainda com ações tímidas e com pouco arrojo em comparação com outros estados. Essa possível fusão da Secretaria de Turismo vai depender da opinião do conselho que está diretamente ligado à pasta.

PSB pensando nas eleições

O PSB em Santa Catarina já começou as tratativas pensando nas eleições municipais. Lideranças estaduais do partido vão ficar responsáveis por renovar a sigla. O prefeito Mário Hildebrandt de Blumenau é um dos principais nomes do partido e já começou a caminhada para se reeleger na prefeitura da cidade. Mário substitui Napoleão Bernardes que renunciou para concorrer ao cargo de vice-governador.

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