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Noiva grávida morre na porta da igreja e hospital arca com a internação de seu bebê

Uma das tragédias mais fortes que comoveram o Brasil aconteceu no último dia 14. A noiva Jéssica Guedes, de 30 anos e grávida de seis meses, estava na porta da igreja para o seu casamento quando passou mal e não sobreviveu.

Mas seu bebê nasceu prematuro em uma maternidade particular. A conta da internação já passava dos R$ 20 mil, mas o hospital abriu mão do valor para cuidar da criança.

O caso aconteceu em São Paulo. No momento em que ia ser celebrada a união da Jéssica, enfermeira, com o tenente da Polícia Militar, Flavio Gonçalves, o noivo estranhou a demora dela para entrar na igreja.

Quando foi até o carro, viu que Jéssica não estava bem, prestou os primeiros socorros e a encaminhou para um hospital, próximo da igreja na Zona Norte de São Paulo.

De lá, Jéssica precisou ser encaminhada para uma maternidade. A intenção era tentar salvar a vida da criança. Ela foi submetida a um parto de emergência no hospital Pro Matre (sem cobertura de qualquer convênio).

A noiva acabou não resistindo à cirurgia. Teve morte cerebral após sofrer uma eclampsia – convulsões que ocorrem durante a gestação ou logo após o parto e que alteram a pressão arterial da paciente.

Depois de tamanha tristeza, Flávio teve que se preocupar com os cuidados e tratamento de sua filha sobrevivente, Sophia. Para tentar ajudar, muitos desconhecidos e amigos se disponibilizaram. Em uma rede de solidariedade, a mobilização resultou em R$ 200 mil.

O que o pai não esperava era a comoção do grupo de acionistas do Hospital Pro Matre Paulista. Eles decidiram livrar Flavio de todos os custos, tanto no atendimento de Jéssica como no tratamento integral da criança.

Em suas redes sociais, o militar agradeceu ao hospital:

“No dia de hoje, eu tive uma notícia que me trouxe felicidade e conforto ao meu coração. (…) O Hospital Pro Matre, num ato de sensibilidade e humanidade, fez a dispensa de todos os custos referente ao atendimento da Jéssica e concedeu atendimento integral a minha filha, Sophia. Gostaria de expressar o meu agradecimento em nome do casal Jéssica e Flávio, e dizer com convicção que não existe melhor lugar para a Sophia estar. Obrigado, de coração, estou muito aliviado com essa notícia e obrigado a todas as pessoas que puderam ajudar”, disse.

“A solidariedade de tantas pessoas pelo Flavio foi um exemplo de que temos sempre razões para acreditar”, conta Juliana Amaro, diretora de Marketing da Maternidade Pro Matre Paulista, em entrevista ao Razões para Acreditar.

“A nossa direção é composta por médicos. São pessoas que doam a vida para trazer a vida e não teria como não se sensibilizar com uma história dessa. Essa é a nossa missão. A gente viu como isso faz a diferença e foi algo natural”, disse.

Confira a nota oficial do Hospital Pro Matre Paulista:

Fonte: O livre / Razões para Acreditar

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