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Jogar é um aprendizado incrível!

O convite para jogar está em todos os lugares onde as crianças estão. Mas, tanto na escola, como em todos os outros momentos em que seu filho é convidado para jogar, qual é o tipo de jogo?

Os jogos de tabuleiro integram vários pontos importantes como aprender a sua vez de jogar, observar estratégias, conversar e fazer algo em família ou em grupo de amigos. Já os jogos eletrônicos, que também são produtivos, mas não causam o mesmo efeito, pois as crianças acabam jogando sozinhas, não precisam esperar a vez para jogar e ao perceberem que estão perdendo, recomeçam o jogo.

Agora é a hora de pensar o que queremos proporcionar aos nossos filhos. Acredito que todos os tipos de jogos proporcionam aprendizado, no entanto precisamos ter em mente que o equilíbrio é o carro chefe de tudo.

Percebo a preocupação das mães em relação a isso, mas também preciso afirmar que as tecnologias foram apresentadas as crianças pelos próprios pais e são eles que precisam dosar o tempo de uso.

Para ser franca, os adultos quando estão perto de um celular e ele dá um bip, ou sinal de mensagem, é imediato pegar o aparelho para verificar. Então, será que devemos criticar as crianças e adolescentes pelo uso exacerbado, se nós também não conseguimos controlar os impulsos?

Porque fazemos isso? Porque apresentamos todo este aparato as crianças? A resposta é simples, precisamos de um tempo para ficar em standby, assim as crianças ficam um tempo nos tablets e afins e nós podemos descansar de mais um dia cansativo de trabalho, tomar um banho um pouquinho mais demorado ou simplesmente deitar no sofá.

Resumindo a história toda, temos culpa em apresentar e permitir que nossos filhos fiquem durante muito tempo com os eletrônicos e esquecemos que são crianças quando nos convém. Em algumas situações oferecemos tais brinquedinhos e em outras reclamamos deles por estarem com os mesmos durante muito tempo.

Está na hora de pensarmos o que realmente queremos. Nossos filhos precisam brincar com outras crianças, conversar, trocar experiências; exatamente como nós adultos e quem tem filhos adolescentes em casa sabe do que estou falando, eles pararam de conversar e os aparelhos celulares tornam-se os melhores amigos.

Deixem de lado estes aparelhos e curtam seus filhos enquanto eles estão em casa. Proporcione momentos com sua família e use muitas vezes a frase, “vamos jogar?” Crie vínculos com seus filhos através das brincadeiras simples como dominó, quebra-cabeça, jogos da memória e perceba a diferença logo no primeiro dia. Boa sorte!

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