Concurso de Desenho Jornal Folha


Concurso de desenho
Jornal Folha 2018

Crianças são o futuro da nação, e como todos sabem elas tem a imaginação muito fértil. Pensando nisso o Jornal Folha em parceria com seus apoiadores lançam o concurso de desenho e histórias em quadrinhos.

Queremos saber como os futuros cidadãos veem seu município quando já forem adultos.

Os desenhos e histórias em quadrinhos podem ser entregues até o dia 21 de setembro na redação do Jornal Folha.

Todos os trabalhos recebidos serão postados no Facebook do Jornal para votação do dia 25 de setembro ao dia 5 de outubro.

O desenho e a história em quadrinhos que tiverem mais curtidas ganharão os brindes dos patrocinadores e do Jornal Folha.

Crianças de 04 a 08 anos poderão participar na categoria desenho. O trabalho pode ser feito com qualquer técnica desenvolvida à mão (pintura com tinta, giz de cera, lápis de cor, canetinha, etc..).

Crianças de 09 a 12 anos poderão participar na categoria história em quadrinhos. A história deve conter no mínimo quatro (04) cenas e no máximo seis (06) cenas.

O trabalho pode ser feito com qualquer técnica desenvolvida à mão (pintura com tinta, giz de cera, lápis de cor, canetinha, etc..).

Não serão aceitos desenhos e histórias em quadrinhos feitos em computação gráfica.

Os trabalhos deverão ser entregues na redação do Jornal Folha até às 12h00 do dia 21 de setembro de 2018.

No dia 24 de setembro todos os trabalhos entregues serão postados na fanpage do Jornal Folha no Facebook, para votação.

Serão selecionados um (01) trabalho em cada categoria: um (01) desenho e uma (01) história em quadrinhos.

Os finalistas receberão os brindes do Jornal Folha e dos patrocinadores:


Dica para começar a desenhar

Patrocinadores:

Clique na imagem abaixo para ver as

Dicas de presentes para o Dia das Crianças


8 curtas curiosidades sobre o mundo dos quadrinhos


1 – Por volta do século XVIII os materiais impressos tinha como maioria o quesito religioso. Mas William Hogarth e os caricaturistas James Gillray e Thomas Rowlandson começaram combinar desenhos que falavam de política, moda e costumes sociais. Hogarth fortalecia as imagens com legendas de texto (prenunciando os balões de fala dos quadrinhos). O historiador de quadrinhos Maurice Horn alega que a obra de Hogarth pode ser reconhecida como precursor direto das histórias em quadrinhos.
2 – A expressão “revista em quadrinhos” foi usada pela primeira vez em 1897 para descrever o suplemento “McFadden’s Row of Flats” de Outcault, no New York Journal.
3 – O primeiro mascarado combatente do crime sem superpoderes publicado em quadrinhos, sem ter aparecido previamente em rádios ou tiras de jornais foi o Gongo, criado por George Brenner para a Comic Magazine Company.
4 – A maioria das crianças e adultos que compraram a Action Comics 1, leram e jogaram fora, afinal, ninguém imaginou o que esses quadrinhos iriam valer um dia. Hoje, estima-se que menos de 100 exemplares daquela edição existam. Action Comics 1 (nota 8/10 na escala de qualidade aceitável) foi o primeiro quadrinho vendido por 1 milhão de dólares, em 2010. No mesmo ano um quadrinho com qualidade 8,5 foi vendido por 1,5 milhão.
5 – Penny Dreadfuls era a literatura barata da era vitoriana, vendida a 1 centavo de dólar (penny), com histórias contadas em capítulos semanais sobre aventuras e casos policiais violentos, sensacionalistas e sangrentos.
6 – Dime novels é um termo para ficção barata, vendida por 10 centavos de dólar, com origem na série Dime Novels da editora Beadie, de 1860.
7 – A maioria dos gibis se encontrava à venda nas bancas até dois meses antes da data de capa. Essas datas de capa são usadas o tempo todo, mas o verdadeiro mês só é destacado quando a história se torna relevante. As histórias não são dividias por anos e meses, mas sim por “eras”. Era de Ouro começa em 1938 e vai até meados de 1950, quando começa a Era de Prata que vai até 1970, a Era de Bronze vem em seguida e dura até 1980, quando da metade da década pra frente entre a Era Moderna, que vai até o século XXI.
8 – Em 2000, roubaram o exemplar da Action Comics número 1 do ator Nicolas Cage (que já foi escalado para um filme do Superman que não foi rodado), o exemplar foi recuperado em 2011 e depois vendido por 2,16 milhões de dólares.